
FROM THE 90’s
Meados dos anos 90. Esse foi o período em que os quatro integrantes da banda Skip Jack estiveram em plena atividade, influenciados principalmente pelo chamado rock clássico de bandas dos anos 60 e 70, como Rush, Yes, Deep Purple, Led Zeppelin e The Who, afora algumas outras dos anos 1980 e 90.
A partir da primeira metade dos 90, começaram a trabalhar em um repertório autoral e produziram uma demo com quatro faixas,“Domestic Demo Disc”, uma das primeiras bandas a fazer isso, no formato cd. As músicas foram registradas no estúdio Polifonia, em Beagá. Numa parceria com a produtora Preview – uma das mais respeitadas da capital mineira, naqueles tempos, outro feito foi o lançamento do clipe para uma das faixas - “A Dream of Seven Heads”. Foram muitos shows dentro e fora de Beagá, em teatros, calouradas e festivais de música. Com tudo isso, o Skip Jack conseguiu romper as montanhas mineiras, ganhando críticas pra lá de positivas, em publicações especializadas, como a revista Dynamite e até do interior paulista, além do destaque em jornais da capital mineira.
1997: THE END?
Em 1997, o baterista (e jornalista) Terence Machado, já editava o programa Agenda (TV Minas) e foi convidado a assumir um novo projeto, na emissora – um programa semanal sobre música pop. Nascia o Alto-Falante, criado, apresentado e dirigido por ele, desde então. Isso, somado a alguns desencontros entre os integrantes, acabou decretando o fim da banda. Logo em seguida, no mesmo ano, o vocalista Maurinho foi chamado para ser um dos vocalistas do Tianastácia. E continua por lá também!
THE TIME IS NOW!
Em 2014, os quatro integrantes começaram a conversar sobre a possibilidade de reunir a banda, com foco na gravação do tão sonhado disco de estreia - com a regravação das quatro faixas registradas na primeira demo e outras seis músicas que faziam parte do repertório autoral do Skip Jack e nunca lançadas. Começaram os ensaios que duraram até 2017, entre idas e vindas, em função da divergente agenda pessoal e profissional dos músicos.
No fim do mesmo ano, em total sintonia com os músicos e produtores Thiago Correa (Transmissor) e Henrique Matheus (Transmissor/Lô Borges) do estúdio Frango no Bafo, iniciaram a jornada do primeiro disco cheio, impulsionada agora por essa campanha de financiamento coletivo.
SKIP JACK:
Maurinho Berrodagua (voz e violão), Paulo Renato (guitarra), Pedro Matos (baixo) e Terence Machado (bateria)
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